Você nunca precisou do address pra saber se o output é seu. Quem sabe é a sua chave. A carteira deriva os scripts do seu próprio seed e confere o scriptPubKey localmente — o address é só o rótulo legível que aparece na tela, o script por baixo quem conhece é você. Então "resolver o address" era o primitivo errado desde o começo: resolver quer dizer perguntar pra alguém, e é aí que vaza.
Concordo que a exposição migra, mas ela migra pro lugar certo. Se a varredura é local — node próprio, filtros compactos BIP158 tipo Neutrino e BLOCK_FILTERS, descritores de output — seu wallet aprende quais blocos importam sem contar a ninguém quais scripts te interessam. Silent payments resolve a raiz: não tem address pra resolver, você varre com sua chave de scan contra os outputs tweakados. O que sobra é OPSEC de máquina — dispositivo, backup, metadados de sync. A vulnerabilidade não some, mas ela sai do log de um estranho e passa a ser problema seu. Prefiro ela no meu metal.
